Dominando as 7 Ferramentas Básicas da qualidade

As 7 ferramentas básicas da qualidade são essenciais para análises e resoluções de problemas em processos de produção. Este artigo explora como cada uma pode ser efetivamente utilizada para aprimorar a qualidade e a eficiência no ambiente de trabalho.

Diagrama de Ishikawa

O Diagrama de Ishikawa, amplamente reconhecido como diagrama espinha de peixe devido ao seu formato distinto, constitui uma ferramenta fundamental para a identificação de causas-raízes de problemas de qualidade em diversos setores e processos. A sua aplicação permite às equipes desvendar as múltiplas causas subjacentes a uma questão específica, promovendo uma análise profunda que transcende as soluções superficiais e temporárias.

A criação do Diagrama de Ishikawa inicia-se com a definição clara do problema de qualidade a ser analisado. Esse problema é então colocado na “cabeça” do peixe, no extremo direito de um grande retângulo horizontal. A partir daí, desenha-se uma linha horizontal central, a espinha dorsal, que se estende em direção ao problema definido.

O próximo passo envolve o agrupamento das causas potenciais do problema em categorias principais. Tradicionalmente, estas categorias são divididas em 6 Ms para a manufatura (Máquinas, Métodos, Materiais, Mão de obra, Meio ambiente e Medição) ou 4 Ps para serviços (Pessoas, Procedimentos, Políticas e Plantas/locais). Cada uma dessas categorias é representada por uma linha diagonal que parte da espinha central, assemelhando-se aos ossos da espinha de um peixe.

Sob cada uma dessas “espinhas menores”, as equipes brainstorm e listam causas potenciais específicas, que são desenhadas como linhas menores conectadas a elas. Esse processo é fundamental para visualizar e organizar o pensamento em torno das diversas dimensões que podem influenciar o problema.

Para assegurar uma análise profunda, o Diagrama de Ishikawa é frequentemente associado ao método dos 5 porquês. Este método incentiva a perguntar “Por quê?” sucessivamente (normalmente cinco vezes), para cada causa potencial listada, até que se chegue às raízes fundamentais do problema. Este método é particularmente eficaz para atravessar as camadas superficiais de um problema e alcançar as causas mais profundas e sistêmicas.

O processo de desenvolvimento do Diagrama de Ishikawa é iterativo e colaborativo. Requere uma equipe engajada, disposta a investigar minuciosamente todas as possibilidades, mantendo uma mente aberta para todas as causas potenciais, independentemente da sua natureza. Ao final, o diagrama apresenta um panorama abrangente das causas-raízes de um determinado problema, permitindo que a equipe identifique soluções mais eficazes e duradouras.

Este diagrama se complementa de maneira natural com a próxima ferramenta em nossa jornada para dominar a qualidade: a Folha de Verificação. Enquanto o Diagrama de Ishikawa ajuda a identificar e categorizar as causas raízes dos problemas de qualidade, a Folha de Verificação serve como uma ferramenta essencial para coletar dados de maneira estruturada sobre estes problemas, permitindo uma análise quantitativa que pode confirmar ou refinar a compreensão das causas identificadas. Ambas as ferramentas, aplicadas em conjunto, reforçam o processo de tomada de decisão baseada em evidências, essencial para a melhoria contínua.

Folha de Verificação

A Folha de Verificação, uma das 7 ferramentas básicas da qualidade, desempenha um papel crucial no processo de coleta de dados, tanto quantitativos quanto qualitativos, essencial para a análise e melhoria contínua da qualidade. Esta ferramenta, por sua simplicidade e eficácia, facilita a coleta de dados em tempo real, permitindo uma rápida interpretação e análise.

A essência da folha de verificação está em sua capacidade de registrar informações através de marcações simples. Estas marcações podem indicar diferentes tipos de dados, como a frequência de defeitos, os tipos de defeitos identificados, ou a conclusão de etapas num procedimento multi-etapas. A forma como as informações são coletadas permite uma visão instantânea do estado atual dos processos, revelando padrões ou problemas recorrentes.

Para ilustrar, no contexto da monitoração da frequência de defeitos, uma folha de verificação pode ser utilizada para registrar cada ocorrência de um defeito durante um processo de produção. As marcações podem ser categorizadas por tipo de defeito, turno em que ocorreu, ou até mesmo, operador responsável. Esta categorização das marcações auxilia notavelmente na análise posterior dos dados coletados, facilitando a identificação de áreas problemáticas que necessitam de melhorias.

Além disso, a folha de verificação pode ser empregada para monitorar a execução de etapas em processos que requerem múltiplas tarefas. Em cada conclusão de tarefa, uma marca é adicionada à folha. Esta aplicação não apenas assegura que todas as etapas foram cumpridas, mas também oferece uma visão geral de quais etapas foram concluídas com maior ou menor eficiência, permitindo ajustes em tempo real.

O valor da folha de verificação, assim, reside em sua simplicidade e na eficiência em transformar observações em dados analisáveis. No entanto, para extrair o máximo desta ferramenta, é crucial desenvolver um layout claro e fácil de entender, com categorias bem definidas para as marcações. Este preparo inicial garante que os dados coletados sejam de alta qualidade e relevantes para a análise subsequente.

O uso da folha de verificação se conecta logicamente com o diagrama de Ishikawa discutido no capítulo anterior, no qual as causas-raízes de problemas de qualidade são identificadas. Após a identificação das possíveis causas de um problema com o auxílio do diagrama espinha de peixe, a folha de verificação entra como um instrumento primordial para coletar dados específicos sobre essas causas, alimentando a análise com informações concretas.

Seguindo este capítulo, adentraremos nos Gráficos de Controle, ferramentas que nos permitem avaliar a estabilidade dos processos e identificar variações que podem indicar a existência de problemas não detectados pela folha de verificação. Os dados coletados através das folhas de verificação alimentam os gráficos de controle, proporcionando uma base sólida para análises mais complexas sobre o comportamento dos processos ao longo do tempo. Assim, esses gráficos servem como um próximo passo na detecção e controle de variações, contribuindo significativamente para a meta de melhoria contínua da qualidade.

Gráfico de Controle

No contexto da melhoria contínua e do controle de qualidade, o Gráfico de Controle emerge como uma ferramenta fundamental, seguindo a utilização da Folha de Verificação para coleta de dados. Sua aplicação é essencial para avaliar a estabilidade e previsibilidade de um processo, permitindo a identificação de qualquer variação fora do comum e a consequente ação corretiva. Essencialmente, os gráficos de controle servem como um mecanismo de diagnóstico, permitindo às equipes entender se as variações observadas são devidas a causas naturais do processo ou a causas especiais que requerem intervenção.

O Gráfico de Controle, em sua concepção mais básica, é um gráfico que mostra os dados de um processo ao longo do tempo, com limites superior e inferior de controle definidos matematicamente. Esses limites são calculados com base na variação esperada do processo, permitindo que se distinga entre variação comum (ou inerente) do processo e variação devida a causas especiais. Quando os dados monitorados ultrapassam esses limites, isso é um indicativo de que o processo pode estar fora de controle e, portanto, sujeito a variações não aleatórias que precisam ser investigadas.

Existem vários tipos de gráficos de controle, cada um adaptado a diferentes tipos de dados e objetivos de monitoramento. Dentre os mais utilizados, destacam-se:

Gráficos de Controle por Variáveis: Usados para dados mensuráveis, como tempo, peso e dimensões. Incluem gráficos como o X-barra (para médias) e R (para a amplitude), que ajudam a monitorar a variação e a centralidade dos dados.
Gráficos de Controle por Atributos: Aplicáveis a dados não mensuráveis diretamente, como quantidade de itens defeituosos ou o número de erros por página. Exemplos incluem gráficos p e np (para proporções) e c e u (para contagens).

Estes gráficos são fundamentais não apenas para identificar a presença de variações anormais, mas também para prever o desempenho futuro de um processo. Ao entender as tendências e padrões dentro dos limites de controle, as equipes podem antecipar problemas antes que eles se tornem graves, planejando ações preventivas. Além disso, ao analisar as causas de variações significativas, as empresas podem direcionar seus esforços de melhoria de maneira mais eficaz, trabalhando na raiz dos problemas, em vez de tratar apenas os seus sintomas.

Quando um processo exibe sinais de variação fora de controle, a análise de gráficos de controle ajuda a determinar se essa variação é aleatória ou se existe um padrão específico. Essa análise contribui significantemente para a detecção das fontes de variação, facilitando a implementação de medidas corretivas. Assim, o gráfico de controle não apenas aponta para a existência de um problema mas também guia as equipes na investigação das possíveis causas, o que é um passo fundamental na busca pela melhoria contínua.

Em síntese, os gráficos de controle constituem uma maneira eficaz de monitorar a saúde de um processo, assegurando que esteja sob condições estáveis de controle. Este acompanhamento continuado é vital para manter e melhorar a qualidade dos produtos ou serviços fornecidos. Após esta etapa, o próximo passo na análise dos dados coletados, e na compreensão do comportamento do processo, envolve o uso do Histograma, que será discutido a seguir. Este permite uma visualização da distribuição dos dados, complementando a análise realizada com o gráfico de controle e oferecendo insights adicionais sobre a natureza da variação observada.

Histograma

O histograma é uma ferramenta gráfica fundamental para a representação de distribuições de dados quantitativos, servindo como um passo importante na jornada da melhoria contínua da qualidade, discutida após a exploração do gráfico de controle. Este representa a distribuição de frequências de dados, permitindo uma compreensão mais profunda da densidade e da distribuição dos dados em estudo. A sua construção inicia-se com a divisão dos valores do conjunto de dados em intervalos, conhecidos como classes. Estes intervalos devem ser contínuos, de igual amplitude e excludentes, de modo a cobrir a totalidade do espectro de dados sem sobreposições.

O procedimento de construção de um histograma envolve primeiramente a determinação do número de classes. Uma regra prática comum envolve a utilização da raiz quadrada do número de observações como um ponto de partida. Posteriormente, calcula-se a amplitude dos intervalos dividindo-se a diferença entre o maior e o menor valor pelo número de classes escolhido. Após a definição dos intervalos, procede-se com a contagem de quantas observações caem dentro de cada intervalo, conhecida como a frequência. Estas frequências são então representadas graficamente através de barras, onde a base de cada barra representa um intervalo de classe e a altura a frequência de dados dentro desse intervalo.

Usar um histograma permite a visualização da forma da distribuição dos dados, facilitando a identificação de padrões como assimetria, picos, ou a presença de várias modas. Ademais, a análise de histogramas possibilita uma primeira estimativa da função de densidade de probabilidade da variável em análise, fornecendo insights valiosos quanto à variabilidade e à tendência central dos dados, cruciais para a identificação e solução de problemas de qualidade.

Este entendimento da distribuição dos dados é um passo crucial para a tomada de decisões informadas na gestão da qualidade. A partir da clareza oferecida pelo histograma, pode-se conduzir uma análise mais aprofundada sobre as causas raiz de variações indesejáveis, pavimentando o caminho para a implementação de melhorias contínuas.

A transição para o próximo tema, o Diagrama de Pareto, amplia o escopo da análise, movendo-se da compreensão da distribuição dos dados para a priorização de problemas. Enquanto o histograma oferece uma imagem quantitativa da variabilidade dos dados, o Diagrama de Pareto, baseado no princípio de que poucas causas são responsáveis pela maioria dos problemas, facilita a identificação e priorização dos defeitos ou problemas mais significativos que exigem atenção. Esta progressão das ferramentas da qualidade, do histograma ao Diagrama de Pareto, ilustra um caminho lógico e eficiente em direção à excelência operacional e à satisfação do cliente.

Diagrama de Pareto

O Diagrama de Pareto é uma ferramenta poderosa no arsenal da gestão da qualidade, servindo como uma ponte entre a análise visual de um histograma e a análise mais detalhada e direcionada do Diagrama de Dispersão. Essencialmente, um Diagrama de Pareto é uma representação gráfica que combina barras e um gráfico de linha para mostrar, de forma simultânea, os valores individuais de ocorrência de defeitos (ou qualquer outra métrica de interesse) e o total acumulado desses valores. As barras, dispostas de forma decrescente, demonstram a frequência de cada defeito, enquanto a linha acumulada ilustra o impacto cumulativo destes.

A lógica subjacente a esta ferramenta é fundamentada no Princípio de Pareto, também conhecido como a regra 80/20. Este princípio afirma que, em muitas situações, aproximadamente 80% dos efeitos vêm de 20% das causas. Aplicado no contexto da qualidade, sugere que grande parte dos problemas de qualidade de um produto ou processo é geralmente originada por uma minoria dos tipos de defeitos.

Ao aplicar o Diagrama de Pareto, os gestores e as equipes de melhoria de qualidade podem rapidamente identificar quais defeitos deveriam receber atenção prioritária. Isso é feito analisando as barras desde as mais altas até às mais baixas, focando nos problemas que se mostram ser os mais frequentes, ou seja, aqueles que estão contribuindo majoritariamente para a ineficiência ou baixa qualidade do processo.

Para a construção de um Diagrama de Pareto eficiente, é necessário coletar e categorizar os dados referentes aos defeitos ou problemas. Estes dados são então ordenados do maior para o menor, facilitando a visualização da contribuição de cada categoria para o problema total. Uma vez que o diagrama está construído, pode-se traçar uma linha acumulada para representar a soma percentual conforme se move da esquerda para a direita no gráfico. Esta linha oferece uma visualização imediata de quais categorias estão contribuindo mais significativamente para o total dos problemas, permitindo uma tomada de decisão fundamentada sobre onde priorizar as ações de melhoria.

O emprego do Diagrama de Pareto abre caminho para medidas específicas de resolução dos problemas identificados. Após determinar quais questões devem ser abordadas prioritariamente, técnicas mais refinadas, como o Diagrama de Dispersão, podem ser aplicadas para investigar as relações causa-efeito com maior detalhe, estabelecendo as bases para ações corretivas direcionadas e eficazes.

A integração do Diagrama de Pareto no processo de melhoria contínua não apenas destaca os problemas mais impactantes, mas também segrega as diversas questões em ordem de prioridade, facilitando a alocação eficiente de recursos para maximizar a qualidade e eficiência. Assim, esta ferramenta essencial não apenas complementa os histogramas ao oferecer uma visão agregada dos dados, mas também prepara o terreno para análises mais profundas e específicas, como as proporcionadas pelo Diagrama de Dispersão, no diagnóstico e solução de problemas de qualidade.

Diagrama de Dispersão

Segue-se do Diagrama de Pareto, uma outra ferramenta crucial na caixa de ferramentas da qualidade: o Diagrama de Dispersão. Enquanto o Diagrama de Pareto ajuda na identificação e priorização de problemas, o Diagrama de Dispersão fornece insights sobre a relação entre duas variáveis. Ele é essencial para analisar como uma variável é afetada pela outra, facilitando o entendimento das correlações existentes nos dados.

Um Diagrama de Dispersão é construído plotando-se pontos em um gráfico de duas dimensões. Uma variável é colocada no eixo horizontal (x) e outra no eixo vertical (y). Cada ponto no gráfico representa uma observação. A posição de um ponto no gráfico indica os valores de ambas as variáveis para essa observação. Este arranjo simples pode revelar padrões, tendências ou ausência de relação entre as variáveis analisadas.

A análise de um Diagrama de Dispersão pode se tornar mais profunda com a introdução de linhas de melhor ajuste, como a linha de regressão linear. Essa linha tenta descrever a relação entre as variáveis de forma quantitativa e visual, indicando se a relação é positiva, negativa ou inexistente. Uma relação positiva significa que, à medida que uma variável aumenta, a outra também aumenta. Uma relação negativa é indicada quando uma variável aumenta e a outra diminui. A ausência de uma relação é observada quando os pontos estão dispersos de maneira uniforme sem mostrar qualquer tendência clara.

Na prática, os Diagramas de Dispersão são amplamente utilizados para investigar as relações potenciais entre variáveis. Por exemplo, numa fábrica, pode ser interessante analisar a relação entre a temperatura ambiente e a viscosidade de um líquido produzido. Plotando essas informações num Diagrama de Dispersão, a equipe de qualidade pode identificar uma correlação direta entre essas variáveis e, a partir dessa análise, tomar ações para controlar a temperatura ambiente e garantir a consistência na viscosidade do produto.

Outro exemplo prático poderia ser no setor de serviços, onde um Diagrama de Dispersão poderia ser utilizado para analisar a relação entre o tempo de atendimento ao cliente e a satisfação do cliente. Uma correlação negativa (ou seja, quanto mais tempo o cliente aguarda, menor sua satisfação), caso identificada, pode levar a ações de melhoria para reduzir os tempos de espera.

O Diagrama de Dispersão é, portanto, uma ferramenta poderosa para desvendar relações entre variáveis, que podem não ser imediatamente óbvias. Conhecendo essas relações, as organizações podem tomar decisões baseadas em dados para melhorar a qualidade de seus produtos ou serviços.

Prosseguindo no entendimento das ferramentas básicas da qualidade, o próximo passo é explorar o Fluxograma. Esta ferramenta visual oferece uma representação dos passos de um processo, ajudando na identificação de gargalos e na otimização dos fluxos de trabalho, o que é fundamental para a implementação de ações de melhoria contínua.

Fluxograma

O fluxograma é uma representação gráfica de um processo ou sistema, utilizado amplamente em diversas áreas como engenharia, gestão de negócios e tecnologia da informação. Sua principal função é fornecer uma visão clara e detalhada dos passos envolvidos em um processo, permitindo a fácil compreensão de como as tarefas são executadas, a sequência em que ocorrem e as interações entre diferentes etapas. Através dos fluxogramas, é possível entender a dinâmica de operações complexas, identificar os pontos de decisão, gargalos, falhas e oportunidades de melhoria.

Diferentemente do diagrama de dispersão, que foca na análise de correlação entre duas variáveis, o fluxograma concentra-se na estrutura e no fluxo de processos. Ao mapear o caminho que um processo percorre, desde o início até seu encerramento, os fluxogramas se tornam uma ferramenta indispensável no planejamento e controle de qualidade, pois permitem uma análise profunda dos métodos de trabalho.

Os principais símbolos utilizados em fluxogramas incluem:

– Retângulo: Representa uma etapa do processo, como uma tarefa ou operação a ser realizada.
– Losango (Diamante): Simboliza um ponto de decisão, onde o fluxo pode se bifurcar com base em uma condição ou pergunta.
– Paralelogramo: Usa-se para representar uma entrada (input) ou saída (output) de dados.
– Oval: Indica o início ou fim do processo.
– Círculo pequeno: Pode representar um ponto de conexão para o fluxo em diferentes direções ou páginas.

Cada um desses símbolos é conectado por linhas com setas que direcionam o fluxo do processo, demonstrando as relações de sequência e dependência entre as etapas.

A representação visual detalhada proporcionada pelos fluxogramas revela, de forma intuitiva, falhas e gargalos que poderiam passar despercebidos em descrições textuais dos processos. Essa visualização permite às equipes de qualidade identificar não apenas etapas desnecessárias ou ineficientes mas também sugerir melhorias que otimizem o fluxo das operações.

A utilização de fluxogramas no planejamento e controle de qualidade é crucial, pois fornece a base para o desenvolvimento de processos mais eficazes, a redução de custos e o aumento da qualidade do produto ou serviço final. Ao facilitar a identificação de etapas críticas e pontos de controle de qualidade, o fluxograma suporta a implementação de medidas corretivas e preventivas que asseguram a conformidade com os padrões de qualidade desejados.

Em conclusão, enquanto o capítulo anterior abordou o diagrama de dispersão como uma ferramenta para a análise de correlação entre variáveis, este capítulo destacou o fluxograma como um método vital para a compreensão, análise e melhoria de processos. A capacidade de visualizar e simplificar operações complexas torna o fluxograma uma ferramenta indispensável na busca contínua pela excelência operacional e qualidade superior.

Conclusão

As 7 ferramentas básicas da qualidade são fundamentais para qualquer profissional buscar a excelência em processos produtivos. Com a aplicação correta dessas ferramentas, é possível diagnosticar e resolver a maioria dos problemas relacionados à qualidade, conduzindo a uma melhoria contínua e a um desempenho otimizado.

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